Como não ser vítima da desinformação

Encontramos no cotidiano das sociedades contemporâneas várias reportagens em jornais, revisas, internet e na televisão sobre alimentos que ora fazem bem, oram mal, o que os torna benéficos ou vilões, a depender da pesquisa divulgada. Apesar do maior acesso aos resultados de pesquisas, a população acaba com mais dúvidas do que certeza.

Em que informações as pessoas podem confiar? O primeiro ponto importante para quem deseja não ser enganado pela informação sedutora, mas nem sempre confiável, sobre nutrição é saber que nenhum alimento sozinho faz milagre. Cada um tem suas qualidades e é necessário haver harmonia entre eles, com o consumo adequado em quantidade e qualidade para preservar a saúde e proteger-se contra doenças. A ação positiva de um alimento em relação a alguma doença não deve ser confundida com a "salvação" ou a "cura", como levam a crer muitas informações disseminadas na grande imprensa ou na mídia que se autointitula especializada em saúde e bem-estar. Outras condições interferentes também devem ser consideradas, como o padrão e o comportamento alimentar, a prática regular de exercícios físicos, entre outras.

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